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terça-feira, 19 de fevereiro de 2008

A Fábula do Burro


Um dia, o burro de um camponês caiu num poço. Não chegou a se ferir, mas não podia sair dali por conta própria. Por isso o animal chorou fortemente durante horas, enquanto o camponês pensava no que fazer.
Finalmente, o camponês tomou uma decisão cruel: concluiu que já que o burro estava muito velho e que o poço estava mesmo seco, precisaria ser tapado de alguma forma. Portanto, não valia a pena se esforçar para tirar o burro de dentro do poço. Ao contrário, chamou seus vizinhos para ajudá-lo a enterrar vivo o burro. Cada um deles pegou uma pá e começou a jogar terra dentro do poço.
O burro não tardou a se dar conta do que estavam fazendo com ele e chorou desesperadamente. Porém, para surpresa de todos, o burro aquietou-se depois de umas quantas pás de terra que levou. O camponês finalmente olhou para o fundo do poço e se surpreendeu com o que viu.
A cada pá de terra que caía sobre suas costas o burro a sacudia, dando um passo sobre esta mesma terra que caía ao chão. Assim, em pouco tempo, todos viram como o burro conseguiu chegar até a boca do poço, passar por cima da borda e sair dali trotando.
A vida vai te jogar muita terra nas costas. Principalmente se você já estiver dentro de um poço. O segredo para sair do poço é sacudir a terra que se leva nas costas e dar um passo sobre ela. Cada um de nossos problemas é um degrau que nos conduz para cima.

domingo, 16 de dezembro de 2007

A Loucura



A loucura resolveu convidar os amigos para tomarem um café em sua casa.Todos os convidados foram.

Após tomarem o café, a loucura propôs: --- Vamos brincar de esconde-esconde?
O que é isso? perguntou a curiosidade. Esconde-esconde é uma brincadeira que eu conto até cem e eu vou procurar, o primeiro a ser encontrado será o próximo a contar.

Todos aceitaram, menos o medo e a preguiça.1,2,3..., a loucura começou a contar. A pressa se escondeu primeiro, em qualquer lugar. A timidez, tímida como sempre escondeu-se na capa da árvore.

A alegria correu para o meio do jardim, já a tristeza começou a chorar pois não achava um local apropriado para se esconder. A inveja acompanhou o triunfo e se escondeu perto dele, debaixo de uma pedra. A loucura continuava a contar e os seus amigos iam se escondendo.

O desespero ficou desesperado ao ver a loucura que já estava no noventa e nove, cem... Gritou a loucura: --- Vou começar a procurar.O primeiro a aparecer foi a curiosidade já que não agüentava mais querendo saber quem seria o próximo a contar.











Boa Tarde Pessoal!!!!
Acho esta fábula muito triste, mas que tem um pouco de realidade nesta estória tem, amor e loucura são sentimentos próximos um do outro, existem pessoas que enlouquecem por amar demais, outras fezem qualquer loucura por amor, etc...
Na minha opinião nenhum amor deste tipo é amor de verdade por que quem ama quer o bem da pessoa amada, mesmo que se o melhor para a pessoa amada for a liberdade ou um novo amor, quem ama deve deixar o outro livre para seguir o seu destino, sem ter aquela "obsessão", pela pessoa, muitos matam e dizem matar por amor, se a pessoa terminar o relacionamento não tem mais o direito de ficar com outra e assim muitos comentem loucuras, mas isso...definitivamente não é amor.
Tenham todos uma maravilhosa semana, repleta de muito amor, saúde, paz e Felicidade.

domingo, 2 de dezembro de 2007

CORRIDA DE SAPINHOS
Era uma vez uma corrida de sapinhos.
Eles tinham que subir uma grande torre e,
atrás havia uma multidão,
muita gente que vibrava com eles.
- Começou a competição. A multidão dizia:
Não vão conseguir, não vão conseguir!!
Os sapinhos iam desistindo um a um,
menos um deles que continuava subindo.
- E a multidão continuava a aclamar:
Vocês não vão conseguir, vocês não vão conseguir,
E os sapinhos iam desistindo, menos um, que
subia tranquilo, sem esforços.
Ao final da competição, todos os sapinhos
desistiram, menos aquele.
Todos queriam saber o que aconteceu,
e quando foram perguntar ao sapinho
como ele conseguiu chegar até o fim,
descobriram que ele era SURDO.
Quando se quer fazer alguma coisa que precise de coragem
não devemos escutar as pessoas que falam:
"você não vai conseguir."
Seja surdo aos apelos negativos.
Infelizmente este texto tem muito haver com situações que acontecem na vida da gente, às vezes perdemos uma oportunidade na vida por que ouvimos alguém falar que não vamos conseguir, que aquilo é impossível, etc...
As palavras negativas tem poder e o pior é quando passamos a pensar da mesma forma que as pessoas, não devemos nunca desistir dos nossos sonhos e objetivos, mesmo que pareça algo distante e impossível, o melhor nestas horas é nos fazermos de surdos e só assim iremos chegar lá, no topo.

Tenham todos uma maravilhosa semana,repleta de saúde,prosperidade,amor e sucesso!!!

domingo, 18 de novembro de 2007

Era uma vez...um jovem que recebeu do rei a tarefa de levar uma
mensagem e alguns diamantes a um outro rei de uma terra distante.
Recebeu também o melhor cavalo do reino para levá-lo na jornada.
-Cuida do mais importante e cumprirás a missão!Disse o soberano
ao se despedir.
Assim ,o jovem preparou o seu alforje , escondeu a mensagem na
bainha da calça e colocou as pedras numa bolsa de couro amarrada
à cintura,sob as vestes.
Pela manhã,bem cedo,sumiu no horizonte.E não pensava sequer
em falhar.
Queria que todo o reino soubesse que era um nobre e valente ra
-paz,pronto para desposar a princesa.Alias,esse era o seu sonho e
parecia que a princesa correspondia às suas
esperanças.
Para cumprir rapidamente sua tarefa ,por vezes deixava a estra
-da e pegava atalhos que sacrificavam sua montaria.
Assim,exigia o máximo do animal.
Quando parava em uma estalagem,deixava o cavalo ao relento,
não lhe aliviava da sela e nem da carga,tampouco se preocupava
em dar-lhe de beber ou providenciar alguma ração...
- Assim,meu jovem,acabarás perdendo o animal,disse alguém.
- Não me importo,respondeu ele.
Tenho dinheiro.Se ele morrer,compro outro.Nenhuma falta fará!
Com o passar dos dias e sob tamanho esforço,o pobre animal não
suportando mais os maus-tratos,caiu morto na estrada.
O jovem simplesmente o amaldiçoou e seguiu o caminho a pé.
Acontece que nessa parte do pais havia poucas fazendas e eram
muito distantes umas das outras.
Passadas algumas horas,ele se deu conta da falta que lhe fazia o
animal.Estava exausto e sedento.
Já havia deixado pelo caminho toda a tralha,com exceção das
pedras,pois lembrava da recomendação do rei:
CUIDE DO MAIS IMPORTANTE!
Seu passo se tornou curto e lento.
As paradas,freqüentes e longa.
Como sabia que poderia cair a qualquer momento e temendo ser
assaltado,escondeu as pedras no salto de sua bota.
Mais tarde,caiu exausto no pé da estrada,onde ficou desacordado.
Para sua sorte,uma caravana de mercadores que seguia viagem para o
seu reino,o encontrou e cuidou dele.
Ao recobrar os sentidos,encontrou-se de volta em sua cidade.
Imediatamente foi ter com o rei para contar o que havia acontecido e
com a maior desfaçatez,colocou toda a culpa do insucesso nas costas
do cavalo “fraco e doente” que recebera.

“ Ao meu irmão,rei da terra do Norte.
O jovem que te envio é candidato a casar com minha filha.
Esta jornada é uma prova.
Dei a ele alguns diamantes e um bom cavalo.
Recomendei que cuidasse do mais importante.
Faz-me,portanto,este grande favor e verifique o estado do cavalo.
Se o animal estiver forte e viçoso,saberei que o jovem aprecia a
FIDELIDADE E FORÇA de quem o auxilia na jornada.
Se porém,perder o animal e apenas guardar as pedras,não será um
bom marido e nem rei,pois terá olhos apenas para o tesouro do reino
e não dará a importância à rainha nem aqueles que o servem”.
Comparo esta história com o SER HUMANO que
segue sua jornada na vida,tão preocupado com seu exterior,,isto é;
COM OS BENS,
que tudo guarda como se fosse ouro,esquecendo de alimentar sua
alma e espírito com
ALEGRIA E AMOR DE DEUS.
Certamente não cumprirá a missão,já
Que não sabe guardar o que é mais
IMPORTANTE!!!

“Quem confia nas suas riquezas cairá,mas os justos reverdecerão como a folhagem”
(Provérbios 11:28)

domingo, 4 de novembro de 2007

O Lenhador e a Raposa


Um lenhador acordava todos os dias às 6 horas da manhã e trabalhava o dia inteiro cortando lenha, só parando tarde da noite. Ele tinha um filho lindo de poucos meses e uma raposa, sua amiga, tratada como bichano de estimação e de sua total confiança. Todos os dias, o lenhador — que era viúvo — ia trabalhar e deixava a raposa cuidando do bebê. Ao anoitecer, a raposa ficava feliz com a sua chegada.
Sistematicamente, os vizinhos do lenhador alertavam que a raposa era um animal selvagem, e, portanto, não era confiável. Quando sentisse fome comeria a criança. O lenhador dizia que isso era uma grande bobagem, pois a raposa era sua amiga e jamais faria isso. Os vizinhos insistiam: Lenhador, abra os olhos! A raposa vai comer seu filho. Quando ela sentir fome vai devorar seu filho!
Um dia, o lenhador, exausto do trabalho e cansado desses comentários, chegou à casa e viu a raposa sorrindo como sempre, com a boca totalmente ensangüentada. O lenhador suou frio e, sem pensar duas vezes, deu uma machadada na cabeça da raposa. A raposinha morreu instantaneamente.
Desesperado, entrou correndo no quarto. Encontrou seu filho no berço, dormindo tranqüilamente, e, ao lado do berço, uma enorme cobra morta.


Se você confia em alguém, não importa o que os outros pensem a respeito, siga sempre o seu caminho e não se deixe influenciar...E principalmente não tome decisões precipitadas...
Existem muitas pessoas que tem prazer em fazer intrigas, criam a desconfiança entre amigos, namorados,etc...com um único intuito que é semear a descórdia e destruir o que há de mais belo no mundo que é o "amor".

Um excelente Domingo para todos, repleto de muita saúde,paz e amor.

quarta-feira, 24 de outubro de 2007

A Fábula da Borboleta

A fábula da borboleta Um dia, uma pequena abertura apareceu em um casulo.
Um homem sentou e observou a borboleta por várias horas...
Como ela se esforçava para fazer com que seu corpo passasse
através daquele pequeno buraco.
Então, pareceu que ela havia parado de fazer qualquer progresso.
Parecia que ela tinha ido o mais longe que podia,
e não conseguia ir mais.
O homem decidiu ajudar a borboleta:
Pegou uma tesoura e cortou o restante do casulo.
A borboleta então saiu facilmente.
Mas seu corpo estava murcho, era pequeno,
e tinha as asas amassadas.
O homem continuou a observar a borboleta
porque ele esperava que,
a qualquer momento,as asas dela se abrissem e esticassem
para serem capazes de suportar o corpo que iria se afirmar com o tempo.Nada aconteceu!
Na verdade, a borboleta passou o resto da sua vida
rastejando com um corpo murcho e asas encolhidas.
Ela nunca foi capaz de voar.
O que o homem, em sua gentileza e vontade de ajudar não compreendia,
era que o casulo apertado e o esforço necessário à borboleta
para passar através da pequena abertura era o modo
com que Deus fazia para que o fluído do corpo da borboleta fosse
para as suas asas,de modo que ela estivesse pronta para voar,
livre do casulo.Algumas vezes, o esforço é justamente o
que precisamos em nossas vidas.
Se Deus nos permitisse passar através de nossas vidas
sem quaisquer obstáculos,Ele nos deixaria aleijados.
Nós não iríamos ser tão fortes como poderíamos ter sido.
Nós nunca poderíamos voar...Lembre-se!!!!Você pediu forças...
e Deus te deu dificuldades para te fazer forte.Você pediu sabedoria... e Deus te deu problemas para resolver.
Você pediu prosperidade...
e Deus te deu cérebro e músculos para trabalhar.
Você pediu coragem...
e Deus te deu perigos para enfrenatar.
Você pediu amor...
e Deus te deu pessoas com problemas para ajudar.
Você pediu Favores...
e Deus te deu Oportunidades.
Você não recebeu nada do que pediu...
Mas você recebeu tudo de que precisava.

domingo, 21 de outubro de 2007

A ÁGUIA QUE (QUASE) VIROU GALINHA



Era uma vez uma águia que foi criada num galinheiro.
Cresceu pensando que era galinha.
Era uma galinha estranha (o que a fazia sofrer).
Que tristeza quando se via refletida nos espelhos das poças d’água tão diferente!
O bico era grande demais, adunco, impróprio para catar milho,
como todas as outras faziam. Seus olhos tinham um ar feroz,
diferente do olhar amedrontado das galinhas, tão ao sabor do amor do galo.
Era muito grande em relação às outras, era atlética.
Com certeza sofria de alguma doença.
E ela queria uma coisa só: ser uma galinha comum,
como todas as outras.
Fazia um esforço enorme para isso.
Treinava ciscar com bamboleio próprio.
Andava meio agachada, para não se destacar pela altura.
Tomava lições de cacarejo.
O que mais queria: que seu cocô tivesse o mesmo cheiro familiar
e acolhedor do cocô das galinhas. O seu era diferente, inconfundível.
Todos sabiam onde ela tinha estado e riam.
Sua luta para ser igual a levava a extremos de dedicação política.
Participava de todas as causas. Quando havia greve por rações de milho
mais abundantes, ela estava sempre na frente.
Fazia discursos inflamados contra as péssimas condições de segurança do galinheiro,
pois a tela precisava ser arrumada, estava cheia de buracos (nunca l
he passava pela cabeça aproveitar-se dos furos para fugir,
porque o que ela queria não era a liberdade, era ser igual às outras,
mesmo dentro do galinheiro).
Pregava a necessidade de uma revolução no galinheiro.
Acabar com o dono que se apossava do trabalho das galinhas.
O galinheiro precisava de nova administração galinácea.
(Acabar com o galinheiro, derrubar as cercas, isso era coisa impensável.
O que se desejava era um galinheiro que fosse bom, protegido,
onde ninguém pudesse entrar – muito embora o reverso fosse “de onde ninguém pudesse sair”).
Aconteceu que, um dia, um alpinista que se dirigia para o
cume das montanhas passou por ali. Alpinistas são pessoas
que gostam de ser águias. Não podendo, fazem aquilo que
chega mais perto. Sobem a pés e mãos, até as alturas onde
elas vivem e voam. E ficam lá, olhando para baixo, imaginando
que seria muito bom se fossem águias e pudessem voar.
O alpinista viu a águia no galinheiro e se assustou.
- O que você, águia, está fazendo no meio das galinhas? Ele perguntou.
Ela pensou que estava sendo caçoada e ficou brava.
- Não me goza. Águia é a vovozinha.
Sou galinha de corpo e alma, embora não pareça.
- Galinha coisa nenhuma, replicou o alpinista.
Você tem bico de águia, olhar de águia, rabo de águia, cocô de águia.
É ÁGUIA. Deveria estar voando... E apontou para minúsculos pontos no céu,
muito longe, águias que voam perto dos picos das montanhas.
- Deus me livre! Tenho vertigem das alturas. Me dá tonteira.
O máximo, para mim, é o segundo degrau do poleiro, ela respondeu.
O alpinista percebeu que a discussão não iria a lugar nenhum.
Suspeitou que a águia até gostava de ser galinha.
Coisa que acontece freqüentemente. Voar é excitante,
mas dá calafrios. O galinheiro pode ser chato, mas é tranqüilo.
A segurança atrai mais que a liberdade.
Assim, fim de papo. Agarrou a águia e enfiou dentro de um saco.
E continuou sua marcha para o alto da montanha.
Chegando lá, escolheu o abismo mais fundo,
abriu o saco e sacudiu a águia no vazio.
Ela caiu. Aterrorizada, debateu-se furiosamente procurando algo a que se agarrar.
Mas não havia nada.
Só lhe sobravam as asas.
E foi então que algo novo aconteceu.
Do fundo de seu corpo galináceo, uma águia,
há muito tempo adormecida e esquecida, acordou,
se apossou das asas e, de repente, ela voou.
“Lá de cima olhou o vale onde vivera.
Visto das alturas ele era muito mais bonito.
Que pena que há tantos animais que só podem ver os limites do galinheiro!”


Esta história foi escrita na África, onde uma pessoa falava aos outros companheiros: “Vejam a que estado os brancos nos reduziram: a águias que andam como galinhas. É preciso voar de novo!!...”
Mas eu senti que era muito mais que isto, porque comecei a ver galinheiros espalhadas por todas as partes, e águias domesticadas e humilhadas, felizes por ciscar na terra e comer milho... E me perguntei se não é isto que acontece nesta coisa que se chama lar, de chinelo, de pijama, “bob” na cabeça, e os mesmos cacarejos milharescos, que estão longe, muito longe do ar frio das alturas.
E nos púlpitos das igrejas, galinheiros sagrados, em que os cacarejos se transformam em doutrinas, e as águias são condenadas ao silêncio, e quem anda diferente é mandado para o inferno.
E nas escolas, que se especializaram nessa curiosa metamorfose de transformar águias em galinhas, para que não falte canja. E os pais se rejubilam quando a magia chega ao fim, e as águias solitárias (sempre perigosas e imprevisíveis) recebem seus diplomas galináceos. Agora são iguais como todos os demais, podem arranjar seus empregos, botar seus ovos, chocar seus filhos, até o momento glorioso de serem transformados em canja.
E esta coisa a que se dá o nome de Estado, incrível abstração, com a diferença d’agente vê aqueles rostos terríveis, galináceos, e que discutem se devem ou não usar gravata no plenário, e acham certo que se fabriquem armas (é bom negócio), e que não percebem os sinais do furacão que se aproxima... Terrível mesmo é saber que as águias acabaram por se convencer que o tempo já passou.
Porém cabe apenas a nós mesmos dizermos se o tempo já passou ou se ainda chegará, temos que estar preparados para tudo, aguçar o senso crítico a tudo que nos é imposto, e não aceitarmos tudo de “mão beijada” sem ao menos saber o porquê!
Aqui quem vos escreve é apenas uma águia com jeitos galináceos que espera confiantemente, esperançosamente e exaustivamente pelo tempo em que as águias se rebelem e tomem o que lhe é por direito...o céu! Esperando a chegada da ultima revoada, que despertará a “águia adormecida” dentro de cada uma das galinhas postiças, para que então possamos fazer a Revoada Final!!! E só assim estaremos livres de tudo, estaremos libertos...para todo o sempre!
É preciso voar novamente...

"Há um lugar onde as pessoas evitam estar, Temido por todos, Odiado por muitos, mas no íntimo admirado. Que por não compreenderem, os atribuem vários títulos grotescos, Títulos apenas por serem sinceros, por verem com outros olhos, Por vislumbrarem além do véu da Ignorância, Além da Mortalha das Mentes Fracas e Pequenas, Por não estarem presos aos grilhões do vulgar...A Realidade” - Wagner Assis